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6 - Augusto Cury, Psiquiatra: "Los maestros deberían cobrar dos veces más y trabajar la mitad" Entrevista no jornal CONSUMER EROSKI, el diario del consumidor - 8.11.09. Texto em PDF 5 - "Dificuldades na escola são um sintoma, não um problema" do Jornal Público e ainda mais 2 textos relacionados, que todos os educadores e pais deviam ler com atenção. 29.9.09 4 - O Objecto da Educação - por Fernando Ilharco, Jornal "Público" /Economia 27 de Maio de 2002 3 - Só a Cultura Oferecerá Uma Verdadeira Consciência Europeia - Por YEHUDI MENUHIN, Jornal "Público" 2 - Professor, uma profissão em extinção - João Baptista Magalhães, "Jornal de Notícias" 1- Educação do Futuro: "Em vez da escola, a casa". "Quatro caminhos para o futuro" - Dulce Neto, Jornal "Público" |
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o desenho no sépia
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de Abril 2009 - Foi publicado este mês o livro "A
educação do meu umbigo", selecção de textos
do blog homónimo da autoria de Paulo Guinote. Deixo aqui o excelente texto publicado no Blog ALMOCREVE DAS PETAS*, a propósito deste livro, fundamental para melhor compreensão da educação e do sistema educativo nos últimos 4 anos em Portugal. "A EDUCAÇÃO DO MEU UMBIGO Quando a história da governação do sr. Sócrates na instrução e educação em Portugal se fizer (com rigor, seriedade e modernidade), o estudioso terá de consultar o excelente blog de Paulo Guinote. Os textos aí produzidos, as notas valiosas de investigação, as ideias e propostas enunciadas - em defesa da Escola e da Instrução Pública - constituem um contributo insubstituível para entender o sistema educativo, a dimensão "político-pedagógica do profissional da educação", a profissão docente e a sua autonomia face ao Estado e às corporações de interesses, nesse período. Contra a demanda irresponsável e a hostilidade reaccionária dos sábios da 5 de Outubro (e dos seus patrulheiros), o acervo documental que nos facultou Paulo Guinote (e um extraordinário grupo de docentes, que aí se reagruparam) é uma fonte imprescindível para entender os jogos do poder político, os (des)propósitos sindicais e revela o espírito que "exalta a vida" (Vaneigen), nessa afronta que a memória não esquecerá. O aprofundamento com que todas as questões foram analisadas e contraditadas, à revelia daqueles que venderam a alma (pedagogos e especialistas em eduquês), aliada à participação colectiva de vasto número de profissionais livres e libertos, estabeleceu uma rede de histórias notáveis e de respeito. O campo educativo, que as cabeças intelectivas à ordem do sr. Sócrates formatou, deixou marcas profundas e irreparáveis. A Educação do Meu Umbigo saiu em suporte de papel. Auspiciosamente! Para facultar os espíritos deformados, para reclamar o exercício da liberdade e ridicularizar grotescos experts, para manter a memória. Como tal, indispensável." |
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